segunda-feira, 20 de julho de 2015

Rabisco

O grito é lançado ao escuro. Solto e leve.
Deve por vez -  se não por hora -  resgatar o sangue perdido.
Não é nada além do que é. É tudo.
Satisfaz ao revés, encanta com o zelo. Estranho.
De todos os clichês, a morte é o mais repetido.
Porque toda vez que não te vejo só penso em uma tenuidade.
"Não sou nada sem você"

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Brilho Repetido do Que Já Havia Dito

O lapso que rasgou o tempo perdeu o sentido de ser.
A monotonia é muito bem vinda.
Quando arrisca aumentar o volume, se surpreende.
Pequeno refrão/verso/refrão que te faz sorrir.
Murmura em chamas pelo frio que padece.
Sabe que é aqui e agora.
Pode refletir, o tempo para.
Não é que as cicatrizes sumam, elas doem menos.
Segue o rio e brilha com um sorriso estampado no rosto -  é o que temos.