quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Rigidez

Desce o frio do céu, sobe o fogo da terra; Ainda que invisível a dor "dói".
Cada semblante imaginado é atirado na cara tão rápido quanto uma arma pueril.
São dois rios que se cortam, são nuvens que se misturam num único desenho.
-Hey, me diga oque vê? -Aquilo é "isso". -Ah! Era exatamente isso!
O preenchimento das lacunas indignam a repulsa.
Por tempo de menos, aceita oque é lhe é oferecido.
É pequeno por fora, mas verás que dentro é infinito.
Por tempo de mais, absorva o vácuo que vê.
Sem fim, sem mesuras.

O vermelho borrado, a comida deixada de lado.
O vazio no peito, a lesura da mente.
Está numa pequena caixa, sem enfeites e sem travas.





Ps.: Para que as palavras criem vida, é preciso antes de mais nada, inventá-las. Tomo a liberdade para tal.

1 Confessaram:

Simone Lima disse...

Continue tomando essa liberdade Vc tem as palavras a seu favor e a poesia como companheira.

Gostei daqui!
Beijoo'o

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