segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Linhas Translúcidas

Tentando fazer com que o ar não acabe, eu te respiro novamente.
A mente vaga por onde não devia e agora, minhas respostas são chatas demais.
Penso no que sinto e no que sei. Dói.
Não há velocidade que me tenha trago tanta adrenalina.
O teu sabor está em mim... me inunda de carência.
Os respingos que estão no meu peito são meus ou teus?
Turbilhão de imagens vindo e indo rápido demais.
Eu não posso te lavar da minha pele.
Não quero que me lave da sua.
É como mágica; Num minuto você não vê, mas pode sentir logo no outro.
Não importa a distancia que isso traga.
A necessidade que tenho de você é algo que não estou disposto abrir mão.
Deixo os olhos se fecharem mais uma vez. Agora já abafei metade de 1% das vozes.
Tentar achar um meio de não me perder.
Respirar do seu ar, que eu tanto quero...




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