sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Lua Sincera e Diabólica

O delírio surgiu em mim. Reinou como um diamante sobre a guerra.
Nenhuma palavra condizia com a atitude.
Fraqueza, impureza, fracasso.
Uma repugna sobre algo infame, falível.
Quebrei meus passos, todos eles curtos.
Os pedaços de minha alma, já não são todos certos.
Encaixes contraditórios. Ilusão fragmentada.
A real luta, lustrada em sangue e chocolate.
Nenhum anjo me alcança mais, nenhuma oração vai me proteger.
Poucos acordes, fúnebres e cheios de dor.
Quero o velho novo. Quero que meu corpo seja abduzido pelo teu.
Me proteja de minha vergonha e destrua minha ira. 
Hoje, me aboli de mim mesmo. 

7 Confessaram:

Suzi disse...

Acho que esse poema remente a um sentimento: frustração.

C. disse...

Tu estava na minha cabeça, quando escreveu não estava? Aposto que sim.

Kamila Rodrigues disse...

puts, adoreI'
seguindo :)

Dan disse...

Muito show teu espaço!
Seguindo aqui. Me visite se puder blz.

Grandea braço. Dan

Abstrações disse...

Isso se chama "raiva de si mesmo" (acho)

Naírla Silva disse...

Hoje, me aboli de mim.
É bom as vezes. rs
adorei o blog.

http://coposcheiosdevodkaerocknroll.blogspot.com/

TaTa disse...

Crescer doí.
Mas é preciso.
Assim como fere alguns sentimentos que nutrem a alma.

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