quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O Sentimento Sem Nome

Outra dose.
Seja do que for. 
Te preciso e quero.
Não me deixe cair no sono sozinho, me envolva com tuas asas...
Faça que esse gelo inebriante suma de mim. Eu sei que pode.
Diga às tuas mágicas que me circulem, suspire aos ventos que me ama, me faça ouvir.
Por mais claro que seja, sozinho não vale nada.
Deixo essa tarefa, à de destruir a Terra, para todas as almas que não mais se importam.
Minha alma luta e quer desesperadamente viver.
Quer incansavelmente e unicamente, você.

3 Confessaram:

Kah Peixoto disse...

Por uma dose de vida, por um folêgo na submersão da saudade.

Seu escritor de coisas bonitas... =)

TaTa disse...

Chame então de seu...
Trate-o com fervor
Deixe que escorra por entre aos mãos
E se acabar,
tenha a certeza que foi devidamente saboreado!

Jaci Rocha disse...

Outra desse desse sentimento sem nome. Fiquemos bêbados dele. o/

Que bonito teu jeito de escrever,moço!
Fiquei por aqui. =)

Postar um comentário