terça-feira, 19 de julho de 2011

(Re)Conforto

É quando você perde o rumo que as coisas se ajeitam.
Quando deixa pra trás a vida que não te pertence.
Cada face imunda que chegou um dia a te contaminar.
Por que ninguém que se diz melhor que você, sabe o que está falando.
Sempre que alguém se acha perfeito, logo chega ao declínio de toda imperfeição.
E somos ou não feitos disso? Terror e impunidade?
Levar a sério as coisas que realmente são verdadeiras.
Não importa o quanto falem que você mudou.
O mundo sempre é cruel, mas também sabe te ofertar o bem.
Agradeço o amor que ele me deu, e também todos os males;
Sem eles, teria eu aprendido? Teria feito o que fiz?
Criar para si, um mundo onde se queira viver, a seu modo.
E a força que ganhei com isso, é a vontade de não desistir.
Da própria vida, nunca, não de novo.
Por que o amor sempre é maior. Seja quão clichê isso for.

6 Confessaram:

Ana disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Vanessa Carvalho. disse...

O sofrimento traz a aprendizagem.

Dan disse...

Que espaço maravilhoso Marcus.
Lhe seguindo! Me faça uma visita.

Grande abraço.

Natalia Smirnova disse...

Hmm....gostei muito das coisas que escreve. São ótimas.
http://pagesoferasedtext.blogspot.com/

C. disse...

O amor é sempre clichê. SEMPRE.
E a gente sempre vai no clichê.

Como passei quase dois meses sem vir aqui? Shit! Hahah.


Um beijo.

TaTa disse...

E tem como não se apaixonar por você nessas linhas escritas com tanto amor?

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