quarta-feira, 6 de julho de 2011

De Novo e de Novo, Sempre Outra Vez

As sombras voltaram. Ferem e implicam em dor.
Todo ferimento que havia se curado, dilacerado junto com a pele.
Fraco, impotente.
Tentando ser aquilo que poderia se tornar.
Rosto pálido e gélido, não pelo frio, mas pela abstinência.
Vontades sublimes de vôos longos, profundos.
Junto com a visão turva, um meio sorriso.
Alastra-se pela minha alma e tenta me acordar.
Talvez um dia eu mude.
Talvez um dia, eu confie mais em mim do que em você.

3 Confessaram:

TaTa disse...

Em meio a tristeza, um pouco de luz.
Entre as incertezas, o presente de que os dias não terminas, apenas recomeçam.

Alika Mahin disse...

(...)Apenas recomeçam para fazer-lhes um novo caminho, uma nova história, um novo destino.

C. disse...

Onde tem aquele botãozinho "curtir" aqui no blogger mesmo? Onde pode "curtir" esse texto um milhão de vezes?
Ele me tirou as palavras - da boca, dos dedos e do coração.
E sua forma de (d)escrever me encanta.

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