sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

O que?


Aquilo que mata o tempo, sem fazer desperdícios.
Corre como o vento, mas é lento quando se precisa.
Delírios reais, sobre cânticos sombrios e doces.
Rascunhos cessados. Laços arrancados, não cortados.
Rio abaixo, com água insanamente gélida.
Tensão insistente, enrolando com a vida.
Publicidade desnecessária, visto que não interessa a ninguém.
Apaga o dia lá fora, só pra acender a noite aqui dentro.
Raios de “Zeus” cortando mais profundo luar.
Na onda regada a vinho, com sabores excêntricos.
Sangue ileso; corte desnecessário.
Dar-te-ei aquilo que tenho. Acumulativo.
Treze linhas de razões inquestionáveis.

3 Confessaram:

| TaTa | disse...

Faça se então um jogo, se descobres perde, se não, continua a ganhar: a magia, o mistério.
O êxtase do medo, que por vez da lugar ao desejo.

Poeta da Colina disse...

Acredito que isso só pode se chamar vida.

Pedro Inácio disse...

Muito bom velho!
Prabéns!

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