segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Absoluto vermelho

E como não começar, senão por ele, o vermelho?
Aquele das noites aconchegantes e eufóricas. Aquele que acima de tudo, sempre foi espontâneo.
Descrevê-lo é como pegar o céu entre as mãos, você pode até tentar,
mas sabe que não vai conseguir.  Ganhará apenas a sensação
de abraçar o ar, e reconfortar-se com um amontoado de emoções.
Me fez entrar em outra dimensão e não querer voltar, mas continuar ali, para que a cada dia,
os impulsos que nos controlam, revelassem ser o que sempre foram: O que demorou pra assumirmos que era, que é.
Carinho e companheirismo, que com um toque místico de coração, cria uma bolha que nos envolve, fazendo todos pensarem (inclusive gatos e corujas), que não pode existir algo melhor, e se existe, afaste-se, pois, não queremos conhecer.
Trouxe-me a tona a verdade, a minha verdade, levando todas as mentiras pra longe, fora do alcance do meu velho radar. Se perguntar, vai saber, é assim que funciona.
Sincero, como um amor entre crianças.
Quero mais e mais, sempre, dessa cor infinita, que hoje, além de ser a dona do meu melhor sorriso, me tem por inteiro.
Recíproco.
Corpo e alma.

2 Confessaram:

| TaTa | disse...

A cor do crepúsculo, do sangue e dos lábios.
Assim, o tempo, a vida e o amor.
Sem menos, completo.
Meu eu que vem de fora e me completa, plagio quem disse:

Deus te criou milimetricamente com aquilo que me falta,
e colocou em mim as coisas que por ventura, tu não tem !
é como um encaixe.
ele fez tudo com tanta perfeição, com tanto cuidado, que tá aí o resultado:
eu sou metade de mim sem você!

Te amo Gatão!

TaTa disse...

Desde antes até o sempre: "Gatos e Corujas".

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